"Esqueceu de tanta coisa que um dia me falou,
Tanta coisa que somente entre nós dois ficou
Eu acho que você já nem se lembra mais".
Como andam as coisas por aí?
Aqui? Hmmm...Será que vai chover?
Absurdos tem acontecido comigo, a bem da verdade...
Esses dias, eu estava olhando lá dentro de uma morada, quando percebi algo de estranho.
Fui ao fundo, mas não conseguia ver nada.
Nada aparecia, apenas tudo confuso. Números de um lado, canções de outro, fotos esparramadas, algumas até cortadas, nada "muito" anormal, mas estava estranho!!!
Então, num ato imperdoável de memória, dei-me conta do que estranhava.
Era absolutamente a sua falta que ali estava!
Depois dessa solução, fui sugada pra fora de mim. Essa rude morada, então, não podia suportar o sentimento que essa falta me causava e me lembrava.
Porém, nada adiantaria, adiante, veria...
terça-feira, 22 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Apresentação
"Guardo pra te dar as cartas que eu não mando
conto por contar e deixo em algum canto"
Como estás? Deste lado aqui as coisas vão indo.
Imagino que você deve estar bem...
Sabe, estive pensando em nós (pra variar, sempre pensei muito nisso) e cheguei a uma conclusão: Eu não te amo mais.
Sim, é isso mesmo. Aliás, nunca te amei.
Fiquei recordando, cada ternura minha, a ti dedicada, cada canção declarada.
Cada gesto, cada história em quadrinhos desenhada, versos, cartões, comidas saturadas.
Cada riso, cada lágrima, cada saudade, cada memória assombrada. Nada disso aconteceu, nem era eu...
Era só um ego, carente, dolorido, clamando. Aliás, é tudo imaginação.
A bem da verdade, só estou escrevendo porque senti uma necessidade aterrorizante de te informar sobre a minha conclusão.
Afinal, eu sinto que te enganei. Não que isso te magoe, óbvio que não, mas meu egoísmo e minha culpa, me fizeram te informar disto.
Paciência.
Desculpe a sinceridade da minha imortal vontade de te esquecer.
conto por contar e deixo em algum canto"
Como estás? Deste lado aqui as coisas vão indo.
Imagino que você deve estar bem...
Sabe, estive pensando em nós (pra variar, sempre pensei muito nisso) e cheguei a uma conclusão: Eu não te amo mais.
Sim, é isso mesmo. Aliás, nunca te amei.
Fiquei recordando, cada ternura minha, a ti dedicada, cada canção declarada.
Cada gesto, cada história em quadrinhos desenhada, versos, cartões, comidas saturadas.
Cada riso, cada lágrima, cada saudade, cada memória assombrada. Nada disso aconteceu, nem era eu...
Era só um ego, carente, dolorido, clamando. Aliás, é tudo imaginação.
A bem da verdade, só estou escrevendo porque senti uma necessidade aterrorizante de te informar sobre a minha conclusão.
Afinal, eu sinto que te enganei. Não que isso te magoe, óbvio que não, mas meu egoísmo e minha culpa, me fizeram te informar disto.
Paciência.
Desculpe a sinceridade da minha imortal vontade de te esquecer.
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